Nutrição
Meu filho não come: seletividade alimentar
É comum crianças passarem por fases de recusar alimentos. Vira seletividade quando o cardápio fica muito restrito por muito tempo. Ajuda oferecer sem pressão, repetir a exposição ao alimento e dar o exemplo à mesa. Se o crescimento ou a variedade estiverem comprometidos, procure a nutricionista.
O que é seletividade alimentar?
É quando a criança aceita poucos alimentos e recusa a maioria, de forma persistente. Uma fase de recusa é normal no desenvolvimento; a seletividade preocupa quando dura muito e limita bastante a alimentação.
Por que a criança recusa comida?
Faz parte do amadurecimento experimentar e rejeitar sabores e texturas. Cor, cheiro, consistência e até o clima à mesa influenciam. Forçar costuma piorar, criando associação negativa com a comida.
O que fazer em casa?
- Ofereça sem pressão e sem forçar, várias vezes ao longo do tempo.
- Dê o exemplo: a criança come o que vê a família comendo.
- Evite telas e barganha na hora da refeição.
- Envolva a criança no preparo, com o que for possível.
Quando procurar a nutricionista?
Quando a variedade é muito restrita, há perda ou baixo ganho de peso, ou a rotina de refeições virou conflito. A nutricionista monta um plano individual e orienta a família.
Perguntas frequentes
Recusar comida é frescura ou é normal?
Uma fase de recusa é normal no desenvolvimento. Vira preocupação quando é persistente e restringe muito a alimentação.
Devo obrigar a criança a comer?
Não. Forçar costuma piorar a relação com a comida. O caminho é oferecer com calma e repetir a exposição sem pressão.
Quando a seletividade é preocupante?
Quando afeta o crescimento, o peso ou restringe demais os alimentos. Nesses casos, a nutricionista ajuda.

