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Nutrição

Meu filho não come: seletividade alimentar

Dra. Jamylle AraújoPor Dra. Jamylle Araújo · Nutricionista· 3 min de leitura
Resposta rápida

É comum crianças passarem por fases de recusar alimentos. Vira seletividade quando o cardápio fica muito restrito por muito tempo. Ajuda oferecer sem pressão, repetir a exposição ao alimento e dar o exemplo à mesa. Se o crescimento ou a variedade estiverem comprometidos, procure a nutricionista.

O que é seletividade alimentar?

É quando a criança aceita poucos alimentos e recusa a maioria, de forma persistente. Uma fase de recusa é normal no desenvolvimento; a seletividade preocupa quando dura muito e limita bastante a alimentação.

Por que a criança recusa comida?

Faz parte do amadurecimento experimentar e rejeitar sabores e texturas. Cor, cheiro, consistência e até o clima à mesa influenciam. Forçar costuma piorar, criando associação negativa com a comida.

O que fazer em casa?

Quando procurar a nutricionista?

Quando a variedade é muito restrita, há perda ou baixo ganho de peso, ou a rotina de refeições virou conflito. A nutricionista monta um plano individual e orienta a família.

Perguntas frequentes

Recusar comida é frescura ou é normal?

Uma fase de recusa é normal no desenvolvimento. Vira preocupação quando é persistente e restringe muito a alimentação.

Devo obrigar a criança a comer?

Não. Forçar costuma piorar a relação com a comida. O caminho é oferecer com calma e repetir a exposição sem pressão.

Quando a seletividade é preocupante?

Quando afeta o crescimento, o peso ou restringe demais os alimentos. Nesses casos, a nutricionista ajuda.

Dra. Jamylle Araújo, Nutricionista na Clínica São Francisco
Dra. Jamylle Araújo
Nutricionista
CFN-14474-PA

Nutricionista na Clínica São Francisco, com foco em nutrição materno-infantil.

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